Me reuni virtualmente com grandes lideranças da indústria química e também da indústria farmacêutica. Nossa intenção é criar uma grande Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Farmacêutica na Assembleia Legislativa de São Paulo, uma das principais atividades industriais do nosso país e do Estado de São Paulo, e que tem destacada sua real importância, sobretudo, como solução no enfrentamento desta terrível pandemia.

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Participaram Nelson Mussolini, diretor-presidente do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo), representando a Indústria Farmacêutica; Airton Cano, coordenador da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT no Estado de São Paulo), Hélio Rodrigues, presidente do Sindicato dos Químicos de São Paulo e Raimundo Suzart, presidente do Sindicato dos Químicos do Grande ABC, e Deusdete Virgens, todos representando os trabalhadores da Indústria Farmacêutica.

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O mercado brasileiro de medicamentos movimentou R$ 76,98 bilhões em 2020. Houve crescimento de 11,4% em relação ao ano anterior, representando cerca de 2% do mercado mundial. São 90 mil empregos diretos no país, quase metade apenas no Estado de São Paulo.

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Um grande problema dessa indústria é a elevada carga tributária: 31,3%, em média! Para comparação, Portugal cobra apenas 6% e o México zero. Precisamos trabalhar muito para reduzir essa taxa.

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É muito importante que a indústria seja defendida, sobretudo os empregos que elas geram. Vamos em frente!

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