Um dos setores mais prejudicados pela pandemia foi a cultura. Bares, restaurantes, teatros e demais estabelecimentos até hoje podem funcionar com várias restrições, impedindo que esses artistas possam receber cachês por suas apresentações.

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Para amenizar esse problema está em andamento a criação da Lei Paulo Gustavo. Participei de uma produtiva conversa com os deputados federais Arlindo Chinaglia e Alexandre Padilha, Tiãozinho (coordenador do setorial de cultura do PT) e do Alessandro, além de diversos profissionais da cultura do Estado de São Paulo, para ver como podemos agilizar a aprovação.

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Criada como apoio emergencial aos agentes culturais afetados pela pandemia, o Projeto de Lei Complementar propõe o investimento de R$ 4,4 bilhões para o setor da cultura até o final de 2022. Desse total, de acordo com informações divulgadas pelo Comitê, R$ 2,8 bilhões são destinados para o audiovisual e R$ 1,06 bilhões para as demais áreas.

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A Lei é de autoria dos senadores Paulo Rocha (PT/PA), Zenaide Maia (PROS/RN), Humberto Costa (PT/PE), Jean Paul Prates (PT/RN), Paulo Paim (PT/RS) e do Rogério Carvalho (PT/SE).

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Essa Lei representa a manutenção de emprego e sustento. Também representa a manutenção simbólica da cultura e da arte no seu papel da relação da educação, da segurança social, do meio ambiente, entre outros.

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Precisamos nos unir para socorrer um setor muito importante e que está passando por extremas dificuldades.

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