Participei, ao lado do presidente da Assembleia Legislativa de São PauloCarlão Pignatari, do lançamento do Programa Alesp Preserva, que prevê ações para neutralizar a emissão de carbono, reduzir o consumo de água e papel, e investir em produção de energia solar, além de captar e reutilizar águas pluviais. Também participaram Patrícia Faga Iglecias Lemos, presidente da Cetesb – Companhia Ambiental, e Marcos Penido, secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente.

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Dentre as medidas anunciadas estão: plantação de 20 mil árvores e neutralização de emissão total de carbono relativo a 2020, 2021 e 2022; projeto para implantação de sistema de captação de água de chuva, armazenamento e distribuição; possibilidade de instalação de painéis fotovoltaicos para geração de eletricidade; e, por fim, eliminação total do uso de papel na Alesp até o ano que vem.

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Também foi assinada a adesão ao Acordo Ambiental de São Paulo, firmado na COP 21 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas), de Paris. Com isso, o Parlamento paulista passa a integrar a comunidade de lideranças a favor da preservação ambiental e combate às mudanças climáticas.

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Todas essas ações gerarão economia de recursos públicos. Só para se ter uma ideia, atualmente a Alesp gasta mais de R$ 1,5 milhão por ano com energia elétrica. Com a energia solar, a expectativa é reduzir esse custo em até 90%.

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Estamos trabalhando muito para utilizar o dinheiro público de forma correta e consciente.

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