Luiz Fernando esteve na sede do INCRA, em São Paulo, para conversar com o superintendente, Alexandre Pereira, sobre a situação do acampamento Nelson Mandela, de Penápolis.

Acampadas há 3 anos e meio em frente a fazenda São José, 160 famílias trabalham para serem assentadas e, desde então, conviviam com a incerteza de sofrer com uma reintegração de posse a qualquer momento.

O juiz tinha acatado um pedido que, infelizmente, deixava centenas de mulheres, idosos e crianças na iminência de perder seu lar. O Estado, que é o credor das terras em questão, já tinha demonstrado interesse em destinar o terreno para a reforma agrária, por meio do Itesp, assim como o INCRA.

Ao lado do vereador Roberto Delfino, do Geninho, que é liderança do movimento sem-terra e morador do acampamento, da Sueli, da Roseli e de outros representantes do acampamento, o deputado foi até o órgão em busca de solução. A reunião também contou com a participação do diretor de Políticas de Desenvolvimento do Itesp, Marco Antonio Silva.

Depois de apresentar todo o histórico do acampamento, o superintendente mostrou sensibilidade e atendeu a reivindicação, reafirmando o interesse do órgão federal em destinar o terreno para a reforma agrária e imediatamente notificou a Justiça para que não ocorra a reintegração.

“O resultado da reunião foi positivo. Desde 2015 tenho buscado ajudar essas famílias e saber que elas não correm o risco de ser despejadas me deixa mais motivado a continuar na luta. Terra é um direito, não privilégio de poucos.” concluiu o deputado